AS CRIANÇAS NA VIDA DO DEFICIENTE
Em bate-papo com amigos lançou-se o convite a uma troca de experiências acerca das crianças e familiares na vida dos deficientes. Nas respostas deu bem para constatar que os filhos e sobrinhos criados bem próximos aos deficientes cegos lhes ofertam tratamento carinhoso e proporcional a supressão do sentido. Numa das respostas veio um relato de um filho de menos de dois anos que levou a mão da mãe ao interruptor, a fim de que ela acendesse a luz para ele, bem como – noutra situação – lhe desviava de obstáculos na rua. Então, percebemos que a visão das crianças criadas ao lado da deficiência é de igual para igual na medida das desigualdades.
Já fora dessa intimidade as crianças da escola, por ilustração, discriminam os coleguinhas e seus familiares deficientes com total naturalidade. Claro que essa discriminação, tomando-se em conta a pureza das crianças, deve-se aos comentários que ouvem em seus lares.
Óbvio que são os adultos os culpados pelas atitudes das crianças, vez que as palavras de zombarias e discriminatórias partem desses responsáveis.
Conclui-se, pois, que Governo e sociedade, em sintonia fina, devem investir na educação dos pequenos a partir do maternal, no sentido de que aprendam a olhar para os diferentes com a mesma naturalidade com que olham para os iguais. Isso porque as crianças de hoje serão os adultos do amanhã!
Então, que façamos a nossa parte e comecemos a pulverizar mais sementinhas de amor, paz e solidariedade entre todos porque, certamente, uma haverá de vingar. Nada de esperar sentados pela mudança no mundo. “NAVEGAR É PRECISO”, pelo que façamos a nossa parte!
E para refletimos de forma mais profunda sobre essa troca de experiências é que lhes deixo a frase abaixo para futuro bate-papo.
“Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até onde os outros foram.” (Alexandre Graham Bell – 1847/1922)
Pela nossa união hoje e sempre!
Carinhosamente.
DEBORAH PRATES (cachogente) e JIMMY PRATES (pessocão)
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